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Após dois meses em queda, os preços dos etanóis anidro e hidratado voltaram a subir para as usinas de cana-de-açúcar no estado de São Paulo. A alta é impulsionada pela maior demanda, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.
Entre os dias 7 e 11 de maio, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou a R$ 1,5184/litro, alta de 4,95% em comparação com a semana anterior.
Já o Indicador Cepea/Esalq do anidro subiu 1,15% na mesma comparação, para R$ 1,6516/litro.


Segundo colaboradores do Cepea, a demanda aquecida das distribuidoras pelo etanol hidratado foi motivada, em grande parte, pelos reajustes nos preços da gasolina pela Petrobrás.
De acordo com dados levantados pelo Cepea, o volume de etanol hidratado adquirido pelas distribuidoras junto às usinas foi bastante expressivo na semana passada, sendo 88% maior que o do período anterior.
Nesse cenário, os preços dos etanóis nas usinas foram reajustados diariamente e em todas as regiões do estado paulista.

 

Maio, 2018
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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O Boletim Cenários da Ibá, produzido pela Indústria Brasileira de Árvores, indica que as exportações do setor no primeiro bimestre somaram US$ 1,7 bilhão, uma alta de 32,8%, com evolução em celulose, painéis de madeira e papel. Com esse desempenho, o setor respondeu por 13,9% dos valores exportados pelas empresas brasileiras do agronegócio. O saldo da balança comercial no bimestre cresceu 34,3%, alcançando o valor de US$ 1,5 bilhão.


A China ampliou o valor comprado de celulose no Brasil em 40,7%, seguindo como principal destino da celulose brasileira. A América do Norte também ampliou as importações de celulose em 50,7%. A Europa, segundo principal destino da celulose brasileira, cresceu 37,3% nos dois primeiros meses do ano.
Para os painéis, a América Latina representou mais da metade de todo o volume exportado pelo país, o que significa US$24 milhões, avanço de 14,3% em relação aos dois primeiros meses de 2017. No segmento de papéis, a exportação para a região cresceu 9,7% no primeiro bimestre deste ano comparado com o mesmo período de 2017.


O saldo ficou em US$ 1,5 bilhão entre janeiro e fevereiro e as exportações acumuladas atingiram US$ 1,7 bilhão, alta de 32,8%.

 

Abril, 2018
Fonte: Portal do Agronegócio – www. http://www.portaldoagronegocio.com.br

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O presidente norte-americano, Donald Trump, suspendeu a aplicação de tarifas de importações de aço e alumínio para produtos do Brasil, da União Europeia e de cinco outros países, informou o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer.
A suspensão, no entanto, não é definitiva e deve durar o tempo em que os países negociam uma possível isenção permanente. No último dia 8 de março, o governo de Trump impôs tarifas de 25% sobre as importações americanas de aço e de 10% sobre as de alumínio, despertando temores de uma guerra comercial generalizada.
Mesmo sendo temporária, a isenção impactou as ações das siderúrgicas na Bolsa. Após o anúncio, os papéis da Usiminas e da CSN viraram para forte alta enquanto os da Gerdau amenizaram as perdas.
No decorrer da tarde, as ações da Usiminas tinham ganhos de 3,3%, a 11,60 reais. A CSN registrava ganhos de 3,5%, com os papéis cotados a 9,17 reais e a Gerdau caía 1,5%, a 15,74 reais cada ação.

 


Abril, 2018
Fonte: Site Exame – www.exame.abril.com.br

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O CIBIO - Congresso Internacional de Biomassa é um evento anual que conta com o apoio das principais associações e entidades ligadas ao setor da Biomassa no Brasil e exterior. O Congresso tem papel fundamental nesta nova fase da Matriz Energética Brasileira, onde a busca por tecnologias limpas para geração de energia, se faz urgente para garantir o futuro e o crescimento do país.
No meio desta busca por novas alternativas para gerar energia, temos acordos e compromissos firmados pelo Brasil com outros países, com o objetivo de diminuir as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. Este cenário aumenta a necessidade da busca por novas e eficazes Tecnologias para geração de Energia limpa, que possam atender a crescente demanda de consumo.


Os desafios são grandes, tendo em vista que a média de consumo de energia tem aumentado muito nos últimos anos. A geração térmica e elétrica com Biomassa, tem ajudado o Brasil a crescer e acompanhar as principais tecnologias disponíveis no mundo .
O CIBIO é a melhor oportunidade para discutir os novos rumos e tendências do setor, além de uma excelente ocasião para apresentar novas tecnologias, pesquisas apresentadas pelos Setores Acadêmicos e Produtivos que juntos são as forças necessárias para esta tão esperada mudança.


O evento acontecerá em Curitiba – Paraná, durante os dias 04,05 e 06 de setembro de 2018, e a TURBIMAQ estará presente. Os interessados em visitar nosso estande durante o evento e também participar das palestras e outras atividades nos três dias podem fazer sua inscrição pelo site www.congressobiomassa.com.br. Toda a programação e informações relacionadas a nova edição e edições anteriores também estão disponíveis no endereço eletrônico. Informações sobre como ser um expositor também podem ser acessadas no site do evento www.expobiomassa.com.br

 


Para mais informações: http://www.congressobiomassa.com/2018/ 
http://www.expobiomassa.com/2018/#expositores 

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Serão localizados, na Bacia de Santos, a maioria dos novos navios-plataformas e onde se encontrará o maior número de poços produtores interligados nos próximos anos. A produção registrada no mês de janeiro foi de 1,205 milhão de barris por dia de petróleo, com um crescimento de 2,46% em relação a dezembro de 2017, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Bacia de Santos pode superar a produção da Bacia de Campos e se tornar a maior produtora de petróleo do país nos próximos meses.
Em comparação, a Bacia de Campos obteve queda de 1,88% na produção de petróleo, totalizando 1,252 milhão de barris por dia em janeiro, o que corresponde a 48% da produção nacional. Santos ficou responsável com 46%. Se as mesmas taxas, do mês de janeiro, forem mantidas em fevereiro a produção de óleo na Bacia de Santos ultrapassaria pela primeira vez a da Bacia de Campos.


Considerando o gás natural, o rendimento da Bacia de Santos já é superior à de Campos. Em janeiro, o total produzido em Santos foi de 1,566 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), com aumento de 3,1% em relação a dezembro do ano passado. Na mesma comparação, a fabricação de óleo e gás na Bacia de Campos recuou em 2,12% para 1,399 milhão de boe/d.

 

Abril, 2018
Fonte: Revista Mineração & Sustentabilidade www.revistamineracao.com.br - Com informações do jornal Valor Econômico.

 

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Desde 1º de março deste ano, a Colômbia, 3º maior produtor de etanol na América do Sul, elevou de 8% para 10% a proporção do biocombustível misturado à gasolina em todo território nacional. A iniciativa é considerada estratégica para que o país reduza em 20% as emissões domésticas de gases de efeito estufa (GEEs) até 2030, compromisso estabelecido no Acordo de Paris, assinado durante a 21ª Conferência do Clima (COP21), há dois anos.

“Celebramos a decisão do governo pela adoção da mistura em 10% (E10). A medida mostra comprometimento para o alcance das metas firmadas na COP21. O etanol contribui com este propósito, visto que as análises do ciclo de vida do produto [na colômbia] indicam que ele mitiga em 74% as emissões de GEEs se comparado à gasolina”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Cana-de-Açúcar da Colômbia (Asocaña), Juan Carlos Mira, em recente artigo publicado no site da entidade.  Segundo o executivo, a nova política do E10 não implicará em aumento de preços da gasolina. De acordo com condições de mercado, o valor do combustível poderá até cair nas bombas. “O [preço] etanol mostra tendência de baixa, o que permitiria uma redução próxima a 7 pesos por galão”, explica Juan Carlos, detalhando que a formação do preço final da gasolina é regulada pelo governo e depende de vários fatores. Entre eles, o fato de que o etanol representa apenas 8%. Impostos, por exemplo, compõem aproximadamente 29% do que é pago pelo consumidor na capital Bogotá.

Por fim, o presidente da associação colombiana destaca outros benefícios socioeconômicos proporcionados pela indústria sucroenergética local. “A produção de etanol também promove geração de emprego formal no segmento rural”, exalta.


“O etanol se credencia cada vez mais no cenário internacional como um indutor de desenvolvimento econômico e redutor de emissões de GEEs. Hoje, aproximadamente 66 países têm mandatos ou estudos para adicioná-lo aos fósseis, sendo que 14 deles estão nas Américas”, destaca o diretor Executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, citando dados do levantamento “The Digest's Biofuels Mandates Around the World”, divulgado no início do ano por um dos portais mais lidos do mundo no segmento de combustíveis renováveis.

 


Março, 2018
Fonte: Revista Canavieiros – www.revistacanavieiros.com.br

 

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Sexta, 16 Março 2018 17:26

Indústria Química: Perspectivas 2018

A produção de produtos químicos de uso industrial teve um recuo de 2,29% em janeiro de 2018 sobre o mês anterior, queda atribuída a algumas paradas programadas para manutenção. Em relação ao índice de vendas internas, janeiro teve um aumento de 13,91%, sobre dezembro, além de ter ficado 8,38% acima de igual mês do ano passado, mantendo o ritmo do final do ano passado.
Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), Fátima Giovanna Coviello Ferreira, as perspectivas econômicas melhoraram consideravelmente e estão refletidas no recuo da inflação, na queda da taxa de juros, na volta da recuperação da atividade econômica e nos resultados positivos para o PIB total do Brasil e também para o industrial, que podem auxiliar a indústria na melhora da atividade do setor, pois importantes segmentos clientes da química, como construção civil, especialmente para o mercado de reforma e pavimentação, óleo e gás, linha branca e automobilística, apresentam sinais de recuperação desde meados do ano passado.


No entanto, a diretora da Abiquim alerta que o volume de produtos importados subiu 21,1% em 2017, suprindo 38% da demanda nacional por químicos do País, novo recorde histórico. Segundo Fátima, além de perder espaço para os importados, gerando empregos e riqueza fora do País, o segmento também não tem conseguido elevar suas exportações, o que é mais uma prova da falta de competitividade.
Segundo o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, é fundamental o País aproveitar as oportunidades de crescimento da economia e de um cenário mundial de mais calmaria para agregar valor à riqueza de recursos naturais, ocupando as capacidades instaladas, atraindo investimentos e melhorando a pauta brasileira de exportações, elevando a inserção da indústria nacional no mercado externo. A indústria química tem um papel essencial nesse objetivo. No entanto é preciso adotar uma política industrial como inúmeros países fizeram ou ainda fazem programas especiais ou políticas específicas para atrair investimentos e ocupar as capacidades ociosas existentes, especialmente porque sabem a importância da química para o desenvolvimento econômico.

Presente em praticamente todos os bens de consumo, o setor da indústria química é uma importante fonte de geração de postos de trabalho qualificado, além de contribuir para as demais atividades econômicas e ao consumo.
Considerando os procedimentos de qualidade, segurança, inovações e boas práticas exigidos por este segmento, a TURBIMAQ busca continuamente por capacitação técnica para estar sempre pronta a atender com excelência as necessidades de seus clientes.
Não nos limitando a vendas de turbinas a vapor, peças de reposição e sistemas de lubrificação, realizamos também, manutenção de compressores, redutores e demais equipamentos rotativos, podendo ser em paradas programadas e/ou não programadas através da equipe de assistência técnica 24 horas.

 

Março,2018
Fonte: “Retomada da atividade industrial gera crescimento no consumo de produtos químicos industriais” – Site Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química – www.abiquim.org.br”.

 

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Sexta, 09 Março 2018 13:47

Óleo e Gás

O “Óleo & Gás” é uma indústria global que impacta em todos os aspectos de nossas vidas, desde o abastecimento dos automóveis, cozinhar, aquecer a água, gerar energia para eletrodomésticos, até o fornecimento de matéria prima para fabricação de fertilizantes, tecidos, borracha sintética, tinta, cosméticos, plástico, entre outros produtos que estão por toda parte.


A Turbimaq participa ativamente nesse segmento, atendendo a diversos clientes há mais de 30 anos, fornecendo serviços de manutenção, peças de reposição, unidades de lubrificação forçada (ULF) e turbinas a vapor projetadas para atender as especificações das normas API614, API611 e API612.

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A Bolívia ganha programa focado em biocombustíveis. O Ministério de Hidrocarbonetos do governo da Bolívia e a Federação de Empresários Privados de Santa Cruz lançaram quinta-feira passada (08/03) o programa “Bolívia na Era dos Biocombustíveis.”


A companhia sucroenergética Ingenio Sucroalcoholero Aguaí integra o programa. “Nossa empresa será um ator importante na consolidação desse projeto amigável com o meio ambiente, gerador de riquezas para os bolivianos”, diz Cristóbal Roda Vaca, mais conhecido como Pili, presidente da companhia.
“Além disso, o programa lançado permite a introdução de um combustível renovável que se constitui em um grande dinamizador do desenvolvimento da Bolívia”, emenda.


O lançamento do programa “Bolívia na Era dos Biocombustíveis” contou com a participação do presidente do país, Evo Morales Ayma.

 

 

Março, 2018
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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A produção de etanol de milho tem apresentado "intensa expansão ao longo da atual safra" 2017/18, destacou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues.


Enquanto o Centro-Sul passa por sua entressafra de cana, a oferta de etanol das usinas da região está sendo reforçada pelas importações e pela produção de etanol a partir do milho. Desde 1º de janeiro até metade de fevereiro, a produção de etanol de milho somou 107,5 milhões de litros - equivalente a 60% da produção total do Centro-Sul, que foi de 179,7 m1ilhões de litros, de acordo com dados da União das Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Nesse período de entressafra de cana, produtores de etanol de milho --alguns deles detentores de usinas "flex", que podem processar cana e milho-- estão se beneficiando de preços mais altos do biocombustível, em meio a cotações elevadas da gasolina nos postos.

Essa ocupação de espaço pelo etanol de milho, porém, tem fôlego curto, dado que em março algumas usinas de cana do Centro-Sul já voltarão a operar.

 

Março, 2018
Fonte: Site Notícias Agrícolas – www.noticiasagricolas.com.br

 

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