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O arroz é um dos alimentos básicos da dieta do brasileiro. Mas esse setor produtivo tem buscado alternativas para aumentar o consumo do grão. E variedade é o que não falta para o produto. Ele é um dos alimentos mais antigos e completos para a alimentação humana. Entre os componentes do arroz, estão carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e sais minerais. E a indústria vem “reinventando” o produto ao longo dos anos, com oferta para atender a diferentes gostos. Há o arroz negro, o vermelho, o integral, misturas multigrãos, entre outros.


O arroz é ainda um valioso aliado dos celíacos, pessoas que têm intolerância ao glúten, presente em grãos como trigo, aveia, cevada e centeio. O principal substituto desses produtos é o arroz, de acordo com a vice-presidente da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra) no Rio Grande do Sul, Ester Benatti. “O celíaco é o consumidor número 1 do arroz, porque ele não tem outra opção”, diz. A farinha de arroz, feita a partir do grão branco ou do integral, é utilizada pelos celíacos no preparo de receitas como bolos, tortas e quiches.


Independentemente do tipo ou da marca, o consumidor confia nesse alimento essencial da cesta básica. O setor afirma que essa “tranquilidade” do consumidor tem motivo. O produto que chega à mesa do brasileiro está livre de resíduos de agroquímicos, o que já aconteceria há bastante tempo. De acordo com o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles, desde 2002 não são encontrados traços de agroquímicos no arroz produzido no estado. “Isso tem sido comprovado tanto Anvisa quanto pelo próprio Ministério da Agricultura”, diz ele.


Essa reinvenção do segmento apresenta elevada modernização, o que implica na adesão de novas tecnologias. Acompanhando o desenvolvimento deste nicho de mercado, a TURBIMAQ colabora oferecendo tecnologias em turbinas a vapor, apresentando soluções às necessidades e expectativas de seus clientes.

 

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Canal Rural – www.canalrural.com.br

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Os Estados Unidos irão lutar contra a cota trimestral e a tarifa de 20% para a importação de etanol impostas pelo Brasil em setembro. Ao menos é o que afirma um porta-voz do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

De acordo com Whitley, o departamento inteiro está trabalhando nessa questão. “Estamos nos dedicando para resolver esse problema”, ele disse. “Não há pedra que não iremos revirar para abrir esse mercado”.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol do mundo. Ainda assim, o país começou a importar grandes volumes do biocombustível em 2016, quando os preços do açúcar tornaram o adoçante mais atrativo para as usinas de cana-de-açúcar do que o etanol. Contudo, a entrada do produto norte-americano no mercado nacional pressionou os preços para as usinas que dependem da venda do biocombustível, especialmente no Nordeste. Com isso, a criação de um mecanismo que protegesse os produtores brasileiros entrou na agenda de reivindicações do setor.

Em setembro de 2017, após alguns meses de discussões políticas, o Brasil impôs cotas trimestrais de 150 milhões de litros, que devem permanecer em vigor por dois anos. Volumes superiores a esse limite estarão sujeitos a uma tarifa de 20%.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

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"Com o aumento da exploração e da produção de óleo, o Brasil vai precisar de refinarias. Nossa ideia é estimular a iniciativa nacional e estrangeira a analisar projetos no setor no país", diz o ministro Fernando Coelho Filho (Minas e Energia).

"Hoje, o Brasil já tem um déficit no refino de aproximadamente 600 mil barris por dia. Esse número tende a crescer e o desafio do governo brasileiro agora é atrair investimentos para o setor."

Em janeiro, foi criado um grupo de trabalho no CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) para identificar os gargalos na área, e que deve apresentar em março propostas para dar subsídio ao governo para captar esses investimentos.

A alocação de recursos em refino no Brasil se dará sem a Petrobras, que não fará investimentos no setor.

"É um desafio atrair investidores porque há uma sobre oferta de refinarias no mundo. Quem já refina, quer otimizar sua capacidade já instalada, não quer construir novas refinarias, mas todo país quer ter sua refinaria porque é uma segurança ter o produto transformado." Uma refinaria representa um investimento de US$ 8 bilhões a US$ 10 bilhões. Empresas chinesas teriam interesse no setor e o governo prospecta outras empresas.

 

A TURBIMAQ participa ativamente nesse segmento, atendendo à diversos clientes há mais de 30 anos, fornecendo serviços de manutenção, peças de reposição, unidades de lubrificação forçada (ULF) e turbinas a vapor projetadas para atender as especificações das normas API614, API611 e API612.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Folha de S.Paulo

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Passado o período mais crítico da crise do setor sucroalcooleiro, investidores nacionais e estrangeiros começam a olhar, ainda de forma tímida, ativos que estão à venda no País.

Os principais alvos, nos últimos meses, têm sido usinas de empresas que entraram em recuperação judicial ou que foram a leilão. No entanto, muitas unidades não receberam oferta, mesmo com ativos de empresas com boa estrutura financeira. Essa grande oferta de grupos com problemas financeiros à venda deixou o investidor mais seletivo e mais exigente.

O jornal “O Estado de São Paulo” apurou que o grupo alemão Sudzucker voltou a olhar ativamente negócios no Brasil – o banco Rabobank tem o mandato da companhia. Com tradição em comercialização global de açúcar no mundo, a trading alemã informou, em nota, que estuda oportunidades dentro e fora do País, mas não quis comentar estratégia, nem confirmar o assessor financeiro contratado para avaliar potenciais negócios (O Estado de S.Paulo, 22/1/18).

 

Janeiro, 2018
Fonte: Site BrasilAgro – www.brasilagro.com.br

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A expansão do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil para produção de etanol em áreas que não são de preservação ambiental ou destinadas à produção de alimentos tem o potencial de substituir até 13,7% do petróleo consumido mundialmente e reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) em até 5,6% em 2045.
As estimativas são de um estudo internacional com participação brasileira cujos resultados foram publicados no dia 23 de outubro na revista Nature Climate Change.
O trabalho avaliou como a expansão da produção de etanol obtido da cana poderia contribuir para limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2 ºC por meio da redução das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis, como a gasolina, conforme acordado pelas 196 nações que assinaram o Acordo Climático de Paris em dezembro de 2015.


Fonte: Website www.jornalcana.com.br

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